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“Menino, pára de jogar esse videogame! Você tem que se exercitar, vai brincar lá fora!”. Aposto que todos da “geração videogame” já ouviram isso pelo menos 1 vez…
Bom, mas se depender da Nintendo, nunca mais você precisará ir, digamos…, “lá pra fora”!
No concorrido (e muito lucrativo!) mercado de games, basicamente 3 empresas se destacam e dominam o mercado mundial: Sony, Microsoft e Nintendo.
Em 2000, a Sony com seu Playstation 1 e 2, detinha 70% do mercado mundial (30 bilhões de dólares segundo a revista “The Economist”!!). Os 30% restantes, eram disputados entre Microsoft, com seu Xbox e a Nintendo com o GameCube.
Entre 2005 e 2006 a batalha continuava. As novas armas, Playstation 3 (Sony), Xbox 360 (Microsoft) e Nintendo Revolution (posteriormente Wii). Diferente dos outros concorrentes, a Nintendo adotou uma nova estratégia (diga-se de passagem muito arriscada!) para conquistar o público. Ao invés de investir em poder de processamento e jogos cada vez mais sofisticados (e complexos) , ela decidiu investir na simplicidade e “jogabilidade” dos games.
Com isso, além do público cativo de videogames, a empresa esperava alcançar “os não praticantes”, com um certo destaque para o público feminino, que até então não era tão explorado pelos concorrentes Sony e Microsoft.
Aliás, esse foi um dos motivos da troca do nome, de Revolution para Wii, cuja pronúncia é a mesma de “we”, um videogame para “todos nós”.
( Nintendo Wii – Lançamento Feira E3 | Youtube)
Bingo!
A Nintendo iniciou uma revolução no formato de como conhecemos o videogame…

O que mais surpreende no Wii é, de fato, sua jogabilidade!
Esqueça aquele tradicional “joystick”, com botões direcionais para cima, para baixo, esquerda, direita, botão A, B, C, D, X, Y, Z e mais todo alfabeto grego!
Os controles do Wii “reconhecem” os movimentos do jogador, tornando-se então uma interface
natural e intuitiva.
(Nintendo – Wii Trailer | Youtube)
Entendeu o motivo da Nintendo, hoje, ser uma das empresas japonesas mais valiosas e estar dominando o mercado de games mundial?
Como não poderia deixar de ser, “pessoas” e “interatividade” também fazem parte da estratégia da Nintendo. É possível jogar partidas online, através de uma conexão de internet banda-larga (através de cabo ou wireless! Isso mesmo, internet!). E não pára por ai! Através do Wii Internet Channel, uma versão do browser Opera, torna-se possível a navegação na internet através do Wii (pode-se dizer que isso é um videogame?).
(Wii for All | Youtube)
O fato é, todos nós estamos amarrados em um emaranhado de cabos e ondas GHz, de mão dadas, presos
em uma corda gigante que se chama internet. À muito tempo, internet deixou de ser sites de notícia, bancos e email! Hoje ela esta presente em lugares antes inimagináveis! TV ? Música ? Videogame? Telefone Celular ? Está tão presente, que muitas vezes não no damos conta. E é nesse exato momento, que “não no damos conta”, que percebemos o quanto ela já é fundamental.
“Menino, chega de jogar videogame ou terá uma tendinite de tanto fazer exercícios”!
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Microsoft? É…isso mesmo! Microsoft…
Eu sei, eu sei… Quando se fala em “engenhocas” com design moderno, logo pensamos na Apple! Mas neste post aqui, falaremos do “brinquedinho” da Microsoft.
O primeiro impacto é surpreendente! As funcionalidades e possibilidades também! Claro que em um vídeo institucional, tudo funciona, tudo é bonito, a casa está limpinha e arrumada! Mas, sem dúvida, já é o inicio de um caminho sem volta!
Mas do que se trata isso, “Microsoft Surface“? O próximo sistema operacional que substituirá o Vista? Um novo web browser que ocupará o lugar do Internet Explorer? Não, nada disso… Trata-se de uma mesa.
Peraí, uma mesa???
Perfeitamente… dê uma olhada!


Não só a Microsoft como muitas outras empresas estão trabalhando em meios mais naturais de interatividade com os “computadores”. Ou seja, computador esta deixando de ter cara de computador!
“Nos antecipamos para que essa se torne uma categoria multibilionária, e planejamos um futuro no qual as técnicas de computação de superfície serão onipresentes, em mesas, balcões e espelhos”, afirmou o presidente-executivo da gigante do software, Steve Ballmer.
“A idéia é começar a borrar as linhas entre o mundo digital e o mundo físico”, explica Pete Thompson, gerente geral da área de Computação de Superfície.
O Microsoft Surface é composto por uma tela de 30 polegadas touch screen sob uma superfície de um plástico resistente. Possui diversas câmeras e sensores que faz com que mouse e teclado sejam dispensáveis. Na verdade, ele não existem no Surface! A tela “reage” à dispositivos como celulares, câmeras digitais, objetos e claro, o movimento de nossos próprios dedos! A manipulação dos arquivos, visualização, sicronismo e outras diversas operações, são realizadas de forma natural. Um arrastar dos dedos, o ato colocar um objeto em cima da mesa ou um simples toque.
Para suportar toda essa parafernália, o Surface conta com um Pentium 4, 2 GB RAM, Bluetooth, Ethernet, Wifi, Windows Vista outros itens.
Com preço estimado entre 5 mil e 10 mil dólares (uma pechincha!), o mercado inicial dele não será nossa sala de estar. A Microsoft irá testá-lo inicialmente em segmentos específicos como o de entretenimento e varejo. A rede de hotéis e resorts Starwood, Sheraton e cassinos Harrah são alguns dos clientes.
Impressionante! Só espero que não apareça aquela “tela azul” bem no meio da sobremesa! Mas reiniciar a refeição antes de uma salada de jiló, seria perfeito… ;-)



